terça-feira, maio 09, 2006

As estátuas fugitivas

Em Lisboa no dia 24 de Março, um grande escultor começou a fazer uma escultura em forma de rato a comer gueijo.
Entretanto foi a casa de banho e quando voltou à sala viu que a estátua tinha desaparecido.
Acalmou-se e decidiu fazer outra estátua, mas desta vez fez um dragão a cuspir fogo.

O telefone tocou e ele foi atender. Quando estava de costas ouviu um barulho, virou-se e viu que tinha tido a mesma sorte que com a estátua anterior.
Esforçou-se e fez outra vez em forma de tigre. Como estava com muita fome, abriu o frigorífico, tirou um ovo e cozeu.
Após esta refeição voltou para a sala.
Ficou muito admirado pois esta estátua também tinha desaparecido. Então, o homem, todo triste foi dar um passeio ao Parque das Nações . De repente viu que as suas estátuas estavam lá.
Ficou muito contente e veio para casa depressa para fazer mais estátuas.
Quando pegou na embalagem do barro leu as instrusões e descubriu todo o mistério: o barro era mágico e dava para fazer estátuas vivas.

Autor: Vítor Nunes
10 anos

1 Comments:

At 1:40 da tarde, Blogger sarinha said...

muito interessante,parabens.

 

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